Batizados

CURSO DE BATISMO

PROGRAMAÇÃO PAROQUIAL  PARA O ANO DE 2015

LOCAL: Comunidade  SANTO AGOSTINHO

janeiro, 24/01 - ÀS 18H

Março, 28/03 - ÀS 18H

Maio, 23/05 - ÀS 18 H

Julho,25/07 - ÀS 18 H

Setembro,26/09 - ÀS 18 H

Novembro, 28/11  - ÀS 18 H

* Comunidade Santo Agostinho

Quarto Sábado do mês na Missa às 19:30 hs

* Comunidade Santa Luzia

Segundo Sábado do mês na Missa às 19:30 hs

* Comunidade Santa Catarina

Segundo domingo do mês na Missa às 09:30 hs

 

Documentos Necessários para o preenchimento da ficha:

Pais:

* Certidão Nascimento de quem irá receber o sacramento.

* Certidão de Casamento no “Religioso” dos pais se forem casados.

* Carteirinha de Dízimo dos pais.

* Comprovante do Curso de batismo dentro do período valido de 01 ano.

* Os pais devem ser participativos na comunidade e estar em dias com seus compromissos de fé.

 Padrinhos:

* Certidão de Casamento no “Religioso”, se os padrinhos forem solteiros deveram ter 16 anos completo e apresentar o comprovante do Crisma, e estar de acordo com o que pede o Diretório Sacramental da Diocese.

* Carteirinha de Dízimo dos padrinhos.

* Comprovante do Curso de batismo dentro do período valido de 01 ano.

* Os padrinhos devem ser participativos na comunidade e estar em dias com seus compromissos de fé.

 

Obs: 1. Caso os padrinhos sejam de outra Paróquia devem apresentar a autorização da Paróquia onde participam, se o batismo ocorrer fora da Paróquia os pais ou padrinho devem solicitar  uma declaração  na secretaria paroquial.

 2. Os batizados nas comunidades do setor rural são agendados conforme  às Missas  celebradas nas respectivas comunidades.


O Sacramento do Batismo

O Batismo é o fundamento de toda a vida cristão, a porta que abre o aceso aos demais sacramentos. Por meio dele somos libertados do pecado e regenerados como filhos de Deus, tornamo-nos membros de Cristo, somos incorporados à Igreja e feitos participantes de sua missão. Batizar em grego significa “mergulhar”, “emergir”; o “mergulho’ na água simboliza o sepultamento do catecúmeno na morte de Cristo, da qual com Ele ressuscita (Rm 6,3-4; Cl2, 12).

A água: fonte da vida e da fecundidade (Gn 1,2). O sangue e a água que escorreram do lado transpassado de Jesus crucificado (Jo19, 34), batismo e Eucaristia, sacramentos da nova vida (1 Jo5, 6-8), desde então é possível “nascer da água e do “Espírito” para entrar no Reino de Deus (Jo3, 5).

O sinal-da-cruz no limiar da celebração assinala a marca de Cristo naquele que vai pertecer-lhe e significa a graça da redenção que Cristo nos proporcionou por sua cruz. A Unção com o santo crisma, óleo perfumado consagrado pelo Bispo, significa o dom do Espírito Santo ao novo batizado. Este se tornou um cristão, isto é, “ungido” do Espírito Santo, incorporado a Cristo, que é ungido, sacerdote, profeta e rei.

A veste branca simboliza que o batizado “vestiu-se de Cristo” (Gl 3,27) ressuscitou com Cristo. À vela, acesa no círio pascal, significa que Cristo iluminou o neófito. Em Cristo, os batizados são “a luz do mundo” (Mt 5,14; Fl 2,15). O novo batizado é agora filho de Deus no Filho único. Oração: Pai Nosso (Mt 6,9).

Quem pode receber o batismo?

È capaz de receber o Batismo toda pessoa ainda não batizada.

Batismo das crianças

A Igreja e os pais privariam então a criança da graça inestimável de tornar-se filho de Deus se não lhe conferissem o Batismo pouco depois do nascimento. A prática de batizar as crianças é uma tradição imemorial da Igreja.

È testada explicitamente desde o século II. Mas é bem possível que desde o início da pregação apostólica, quando “casas” inteiras receberam o Batismo (At 16,15. 3; 18,8; 1Co1, 16), também se tenha batizado as crianças. Em todos os batizados, crianças ou adultos, a fé deve crescer após o Batismo.

È por isso que a Igreja celebra cada ano, na noite pascal, a renovação das promessas batismais. O batismo é a fonte da vida nova em Cristo, fonte esta da qual brota toda a vida cristã. Para que a graça batismal possa desenvolver-se, é importante a ajuda dos pais. Este é também o papel do padrinho ou da madrinha, que devem ser cristãos firmes, capazes e prontos a ajudar o novo batizado, a criança ou adulto, em sua caminhada na vida cristã. Os pais, padrinhos e a comunidade têm a função e responsabilidade de ajudar o novo membro a conservar a graça recebida no batismo.

Quem pode batizar?

São ministros ordinários do batismo, o bispo, padres e diáconos. Em caso de necessidade, qualquer pessoa, mesmo não batizada, que tenha a intenção exigida, pode batizar (Direito canônico, 861), utilizando a forma batismal trinitária.

 A necessidade do batismo

O batismo é necessário para a salvação (Jo3, 5). Jesus ordenou que seus discípulos anunciassem o Evangelho e batizassem todas as nações (Mt 28,19-20).

Batismo de sangue

Desde sempre, a Igreja mantém a firme convicção de que as pessoas que morrem em razão da fé, sem terem recebido o Batismo, são batizadas por sua morte por e com Cristo. O desejo  acarreta os frutos do batismo.

As crianças mortas sem Batismo: a Igreja só pode confiá-las à misericórdia de Deus, como o faz no rito das exéquias por elas. Com efeito, a grande misericórdia de Deus, “que quer que todos os homens se salvem” (1 Tm 2,4).  “Deixai as crianças virem a mim, não as impeçais” (Mc 10,14).

A graça do Batismo

 Pelo o batismo, todos os pecados são perdoados: o pecado original e todos os pecados pessoais, bem como todas as penas do pecado. Porém, no batizado, certas conseqüências temporais do pecado permanecem, tais como os sofrimentos, a doença, a morte ou as fragilidades inerentes á vida, como as fraquezas de caráter.

O batismo não somente purifica de todos os pecados, mas também faz do neófito “uma nova criatura” (2 Cor 5,17), um filho adotivo de Deus (Gl 4,5-7), que se tornou “participante da natureza divina” (2 Pd 1,4), membro de Cristo (1Cor 6,15; 12,27) e co-herdeiro com Ele (Rm8, 17), Templo do Espírito Santo ( 1 Cor 6,19).

 A castidade é uma virtude moral. È também um dom de Deus, uma graça, um fruto da obra espiritual (Gl 5,22-23). O Espírito Santo concede o dom de imitar a pureza de Cristo (1 Jo 3,3) aquele que foi regenerado pela água do batismo.  Todo batizado é chamado à castidade. O cristão “se vestiu de Cristo” (Gl 3,27), modelo de toda castidade. Todos os fiéis de Cristo são chamados a levar uma vida casta. No momento do batismo, o cristão se comprometeu a viver sua afetividade na castidade.

 

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